Pedófilos de Guaratiba

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do promotor de Justiça Bruno Lavorato Moreira Lopes, obteve a prisão temporária de Alexandre Silva Baptista e Mauricio Lucas Santos Silva, ambos acusados de pedofilia. Eles teriam estuprado dois meninos, de 12 e 13 anos. Os dois menores prestaram depoimento na 35ª Delegacia de Polícia, de Guaratiba onde relataram que foram violentados. Os depoimentos das vítimas apontam que a pedofilia seria uma atividade recorrente dos acusados. O estupro de vulnerável é crime hediondo.

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Brigões do Maracanã

Os 31 torcedores do Corinthians que se envolveram em brigas durante a partida no Maracanã serão levados para audiência de custódia hoje (25) às 11h. Os integrantes de torcidas organizadas do time paulista foram detidos após brigarem com policiais militares nas arquibancadas antes do jogo entre Flamengo e Corinthians no domingo (23).

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Presos reformam delegacia

Presos que estão reformando a 4ª Delegacia de Polícia, localizada no bairro Moreninha II, em Campo Grande (MS), por meio do projeto “Mãos que Constroem”, receberam a vistoria do juiz da 2ª Vara de Execução Penal, Albino Coimbra Neto, e do secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Carlos Barbosa, que acompanharam de perto o trabalho que vem sendo executado.

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Morto na porta da boate

O juiz Elexander Camargos Diniz, da Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Contagem (MG), determinou que C.G.S., corretor, 32 anos, J.M.M., policial militar, 28 anos, e J.E.C., policial militar, 28 anos, sejam levados a júri popular. Os três foram acusados pelo homicídio de C.G.N., agredido até a morte na porta da Boate Havana, no bairro Santa Cruz, em Contagem. O crime aconteceu na madrugada do dia 8 de abril, depois que os agressores e a vítima tiveram um desentendimento no interior da casa noturna.

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Dano existencial

Um trabalhador que cumpria jornada extensa na distribuidora de bebidas onde trabalhou por mais de dois anos conseguiu obter o direito a uma indenização por dano existencial no valor de R$ 10 mil. A decisão é da 4ª Turma do TRT de Minas, ao reformar a sentença que havia indeferido o pedido.

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Insalubre e sem segurança

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) foi condenada a pagar indenização de R$ 50 mil por danos morais coletivos, por expor trabalhadores a condições de trabalho insalubre e sem segurança. Segundo ação civil pública (ACP), instaurada pelo Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB), havia irregularidades nas agências das cidades de Boqueirão, Puxinanã e, ainda, no Centro de Encaminhamentos e Encomendas (CEE) de Campina Grande.

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Padre condenado

Um padre de Anápolis (GO) terá que pagar R$ 60 mil de indenização a um casal por impedir, por meio de um Habeas Corpus, um aborto que havia sido autorizado pela Justiça. A decisão é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que considerou que o padre abusou do direito de ação e violou direitos da gestante e de seu marido, provocando-lhes sofrimento inútil.

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Perto da degola

A Câmara Legislativa do Distrito Federal arquivou o processo de cassação contra a deputada Liliane Roriz (PTB), com o argumento de que é preciso aguardar o desfecho de todas as ações judiciais contra a parlamentar. A justificativa não tem nenhum embasamento legal e esconde a preocupação dos distritais em salvar a própria pele no futuro.…

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Baleia e Betoneira

A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) manteve condenação da empresa BRF S.A. por danos morais no valor de R$ 5 mil a trabalhadora que ajuizou processo trabalhista por ter sofrido assédio moral no ambiente de trabalho, na zona rural de Mineiros (GO). Conforme os autos, a operadora de produção teria sofrido reiteradas humilhações por superiores hierárquicos e colegas de trabalho. Ela citou que passou a ser chamada por vários apelidos discriminatórios, como “baleia”, “betoneira”, “feiticeira” e “Free Willy”.

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Grupo de extermínio

Seis pessoas tiveram o pedido de liberdade negado pelos desembargadores da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. Elas foram presas por determinação judicial, dia 6 de julho deste ano, acusadas de pertencer a um grupo de extermínio atuante na cidade de Jaru-RO. O grupo envolvia policiais militares, civis e agentes…

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