Mara Beatriz Ribeiro da Silva e Lisiane Ribeiro da Silva, respectivamente mãe e filha, foram condenadas a 18 anos de prisão, cada uma, em regime fechado, pelo homicídio triplamente qualificado de Patrícia Giovana de Camargo Bolis. Elas foram julgadas pelo Tribunal do Júri da Comarca de Erechim (RS). O julgamento foi presidido pelo Juiz de Direito Marcos Luís Agostini, titular da 1a Vara Criminal.

O crime ocorreu em 23 de fevereiro do ano passado. Patrícia e Lisiane trabalhavam juntas e vinham se desentendendo. De acordo com o Ministério Público, autor da ação, as acusadas mataram a vítima asfixiada, em frente à casa delas. As três discutiam, quando entraram em luta corporal. Patrícia foi derrubada, teve as pernas imobilizadas por Lisiane, enquanto Mara pressionava um dos joelhos sobre o pescoço da vítima, que acabou morrendo.

As rés estão presas desde 11 de março de 2016. Por problemas de saúde, Mara está em prisão domiciliar. O MP denunciou mãe e filha por homicídio triplamente qualificado (motivo fútil, meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima).