Da jornalista Cristina Serra: A novidade sobre a filha do Roberto Jefferson, nomeada ministra de Temer, é que se hospedou no hotel de trânsito da FAB no paradisíaco arquipélago de Fernando de Noronha (não bastasse tudo que já foi publicado sobre essa senhora).

O que me pergunto é: qual a necessidade de existir um “hotel” de trânsito em Noronha? Quanto custa sua manutenção? Quais as atividades ali desenvolvidas que justifiquem sua existência? Quantos integrantes da FAB prestam serviço ali, com que frequência, por quanto tempo? Entendo que a força aérea deva manter sua presença no arquipélago por questões de defesa e estratégia. Mas, se é assim, por que os militares não ficam em casas (se sua presença é de longo prazo) ou num alojamento condizente com a função exercida (se for de curto prazo). Quem costuma ficar ali? Se não é da FAB, quanto paga, como foi o caso da filha-ministra? Pelo que vi em fotos, o “hotel” me pareceu coisa similar a um cinco estrelas. Enfim, perguntar não ofende. Afinal, trata-se do meu, do seu, do nosso dinheiro suado”.