O ex-servidor Esdras Emmanuel Sousa Góes, que sistematicamente ataca o Tribunal Regional do Trabalho de Goiás, seus membros e servidores, teve suas condutas repreendidas judicialmente.

Esdras respondeu a processos administrativos relacionados a seu comportamento funcional nesta Corte, tendo recebido 1 (uma) penalidade de advertência e 2 (duas) de suspensão e, por fim, por não desempenhar as atribuições dos diversos postos de trabalho para os quais foi designado, a pena de demissão. Importante pontuar que, nesses processos, foram respeitadas as garantias relacionadas ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa.

Ocorre que, em represália a esses procedimentos, o servidor lançou-se a denegrir – pessoalmente e pelas redes sociais – a imagem do Tribunal, de juízes e de servidores com quem guardou contato funcional nas unidades administrativas ou na condução dos processos disciplinares.