Jornalista no eixo Brasília-Rio de Janeiro.

A professora de inglês

De Copenhagen, Irineu Tamanini
especial para o direitoglobal.com.br

Os alunos brasilienses que cursaram inglês entre 1972 e 1986 na Thomaz Jefferson, Cultura Inglesa, IBI e no CEUB certamente foram alunos da professora Fátima Andersen. Nascida em Goa, na Índia, Fátima ainda jovem ganhou uma bolsa de estudos e rumou para Londres onde aprendeu a falar e escrever com fluência a língua inglesa. Depois, mudou-se para Lisboa onde também aprendeu a falar e escrever com fluência a língua portuguesa.

Três posições diferentes

Os três ministros do TST indicados pelo Conselho Federal da OAB – o chamado Quinto Constitucional da advocacia – tiveram posições diferentes na votação desta quinta-feira onde a Petrobras foi derrotada na maior ação trabalhista da história da companhia. O plenário do Tribunal Superior do Trabalho (TST) deu razão aos trabalhadores com um placar apertado:…

Sete mil ações

A discussão no TST envolvendo a Petrobras e os seus funcionários reuniu sete mil ações individuais e 47 coletivas, envolvendo cerca de 20 entidades sindicais. As ações foram movidas por funcionários que trabalham em áreas de risco.

Cezar Britto, um dos vencedores

O ex-presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e advogado de um dos sindicatos de funcionários na causa bilionária sofrida pela Petrobras, a decisão do TST deixou claro que é preciso respeitar o direito do trabalho. Segundo ele, agora a decisão deve ser aplicada a milhares de ações que estão nas instâncias inferiores.

Petrobras vai ao STF

De acordo com a assessoria do TST, a Petrobras pode apresentar os chamados embargos declaratórios (recurso administrativo) ainda no tribunal. Além desse recurso administrativo, a empresa pode questionar a decisão no Supremo Tribunal Federal (STF). “A Petrobras está absolutamente confiante de que vai reverter essa decisão”, afirmou a gerente-executiva do Departamento Jurídico da empresa, Thaísa…

Derrota da Petrobras

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a Petrobras não pode incluir no cálculo da base salarial da empresa adicionais como trabalho noturno, periculosidade e horas extras. A decisão, contrária à estatal, pode levar a empresa a desembolsar mais de R$ 15 bilhões para complementar salários de trabalhadores ativos e aposentados, além de elevar a folha de pagamento da estatal em R$ 2 bilhões por ano daqui para a frente.