Jornalista no eixo Brasília-Rio de Janeiro.

A revolução da brevidade

O artigo “A revolução da brevidade” foi publicado na Folha de S.Paulo em 17 de julho de 2008 pelo então advogado – hoje ministro do STF – Luís Roberto Barroso e professor titular de direito constitucional da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e autor de “O Controle de Constitucionalidade no Direito Brasileiro”, entre outras obras

“Toda área do conhecimento humano tem a sua beleza, as suas circunstâncias e as suas dificuldades. O mundo jurídico, tradicionalmente, debate-se com duas vicissitudes: (a) a linguagem empolada e inacessível; e (b) os oradores ou escribas prolixos, que consomem sem dó o tempo alheio. Verdade seja dita, no entanto, o primeiro problema vem sendo superado bravamente: as novas gerações já não falam nem escrevem com a obscuridade de antigamente.

Sessões enfadonhas

Luiz Maklouf Carvalho Enviado Especial / Brasília, O Estado de S. Paulo “Aqui, debaixo de cada toga, bate um coração.” Dita com emoção pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), a obviedade pretende frisar que as chamadas 11 ilhas, cada qual no seu quadrado, precisam abrir canais entre si. Primeiro, falando menos para…

Decisões abusivas

Em editoral publicado neste sábado (15/10), a revista Veja relata exemplos de abusos de poder que o Brasil tem presenciado recentemente. O texto diz que alguns “delegados, procuradores e juízes, para ficar nos casos em questão, extrapolam os limites de suas funções e tomam decisões abusivas, ilegais, esdrúxulas”.

Começa horário de verão

O horário de verão começa à meia-noite deste sábado (15), quando os relógios deverão ser adiantados em uma hora nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A medida, que vai até o dia 19 de fevereiro de 2017, atinge 11 unidades da Federação: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo.

Restaurante em Paraty

O Ministério Público Federal (MPF) se contrapôs aos recursos dos sócios do restaurante Kontiki, que funcionava na Ilha Duas Irmãs, em Paraty. Eles foram condenados no ano passado a demolir a construção, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, a reparar o dano ambiental causado e a pagar uma indenização de R$ 100 mil por danos morais coletivos para o Fundo Federal de Defesa dos Direitos Difusos.

Pastor pedófilo

Alguns desenhos produzidos por uma garotinha de 5 anos ajudaram os pais da vítima a identificar que a criança era vítima de estupro. O suspeito do crime é o pastor secundário da igreja evangélica, João da Silva, de 54 anos, que a família frequenta. Após realizar os primeiros levantamentos do caso ele foi preso temporariamente…

Fraude na BR-364

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia contra o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre Médici Aguiar, o ex-diretor geral do Departamento de Estradas e Rodagem do Acre (Deracre), Sérgio Yoshio Nakamura, e mais sete pessoas por fraudes em procedimentos licitatórios, desvio de recursos e crimes na execução de obras de implantação, construção e pavimentação na rodovia federal BR-364.

Cabral condenado

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (2007/2014) foi condenado pelo Tribunal de Justiça a ressarcir valores de ICMS que deixaram de ser recolhidos aos cofres públicos a partir de 2010 com base em benefícios fiscais concedidos em sua gestão que alcançaram R$ 1 bilhão. Além do peemedebista foi condenada a empresa Michelin Indústria e Comércio de pneus, beneficiária dos incentivos.

Instituições bancárias

Os consumidores que quiserem tentar resolver seus problemas com instituições bancárias e grandes empresas por meio da mediação poderão aproveitar o mutirão do Sistema de Mediação Digital, do Conselho Nacional de Justiça. Vivo, Samsung, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Losango, Unibanco e Citibank são algumas das companhias que aderiram ao mutirão.

Lei do Abuso

O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Veloso, advertiu nesta sexta-feira (14) que o projeto de lei da nova Lei de Abuso de Autoridade, em tramitação no Senado Federal, “não pode ser aprovado de afogadilho”. Para ele, “é preciso uma discussão com todos os entes envolvidos, como Ministério Público, Judiciário, Polícia etc”. O alerta da entidade dos juízes federais se deve à informação veiculada hoje (14) e atribuída ao senador Romero Jucá (PMDB-PR), presidente da comissão especial e relator da proposta, de que o projeto voltará a ser discutido e votado pelo Senado no próximo mês.