Jornalista no eixo Brasília-Rio de Janeiro.

Inspeção da ONU

A Secretaria Especial de Direitos Humanos publicou o relatório elaborado pelo Subcomitê das Nações Unidas para Prevenção à Tortura (ONU/SPT) sobre a inspeção feita em presídios de quatro estados brasileiros em outubro de 2015. As conclusões foram enviadas ao governo brasileiro em novembro do ano passado e tornadas públicas nesta semana pela secretaria.

Cobrança de bagagem nos aviões

A Justiça Federal mandou citar a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)hoje (12) em ação proposta pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sobre a permissão dada às empresas aéreas para cobrarem pela bagagem despachada. Após a citação o juiz responsável pelo caso no Tribunal Regional Federal da 1ª região poderá analisar o pedido de liminar pedido pela OAB.

Presídio federal de Brasília

O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Veloso protocolou hoje (12), no Ministério da Justiça, ofício destinado ao titular da Pasta, ministro Alexandre de Moraes, soliciando o empenho do governo do presidente Michel Temer na conclusão das obras da Penitenciária Federal de Brasília. “A presente solicitação – diz Veloso no pedido – se justifica diante da situação calamitosa do sistema penitenciário nacional, enquanto os presídios federais se apresentam como solução emergencial de encarceramento dos líderes de facções criminosas”. A inauguração estava prevista para junho de 2014, mas, até o presente momento, as obras não foram concluídas e por isso é necessária uma atenção especial do Ministério da Justiça.

Dentro e fora da prisão

Do senador Waldemir Moka (PMDB-MS) sobre o motivo de ter apresentado projeto de lei em 2015 para obrigar o preso a trabalhar e ressarcir o Estado das despesas com a sua manutenção no sistema prisional. “Com crise ou sem crise, o detento recebe três refeições por dia. Enquanto isso, fora da prisão, muitos brasileiros não…

Preso é mais caro que estudante

O senador Waldemir Moka (PMDB-MS) apresentou um projeto de lei em 2015 para obrigar o preso a trabalhar e ressarcir o Estado das despesas com a sua manutenção no sistema prisional. “Decidi apresentar o projeto quando tomei conhecimento de que um preso custa mais ao Estado do que um estudante de escola pública. Não dá para saber disso e ficar de braços cruzados. Só protocolei depois de parecer favorável da consultoria do Senado, especialmente quando à constitucionalidade e ao mérito”, explicou o senador.

Os primeiros 120 dias

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça(CNJ), ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha tomou posse há quatro meses, no dia 12 de setembro para um mandato de 720 dias, ou seja, dois anos. Até agora, são 120 dias de gestão à frente do mais importante tribunal do país.

Os presídios federais

Atualmente, o Brasil tem quatro presídios federais: em Catanduvas-PR, Porto Velho-RO, Mossoró-RN e Campo Grande-MS. Os corregedores de cada um desses presídios são os seguintes juízes federais: Catanduvas – Gabriela Hardt; Porto Velho – Walisson Gonçalves Cunha; Mossoró – Walter Nunes e Campo Grande – Dalton Igor Kita Conrado.

Os quatro meses de Cármen

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça(CNJ), ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha completa amanhã (12) quatro meses de gestão à frente do mais importante tribunal do país. Mineira de Montes Claros, 62 anos, Cármen Lúcia é a segunda mulher a presidir o Supremo. Anteriormente, o tribunal foi dirigido pela carioca Ellen Gracie. Além do STF, Cármen Lúcia foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) onde, ao contrário do STF, foi a primeira mulher a comandar o tribunal. Está no Supremo, nomeada pelo ex-presidente Lula, desde 21 de junho de 2006.

Cármen e os presidentes

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, convocou para amanhã (12), às 10h, na sede da Corte, uma reunião com os presidentes dos 27 tribunais de Justiça do país para a crise do sistema penitenciário. Cármen Lúcia pretender dar continuidade aos esforços do Judiciário para encontrar soluções para a crise.

Corregedoria rebate secretário de segurança

A Corregedoria do Presídio Federal de Mossoró esclarece que, ao contrário do informado pelo secretário de Segurança Pública do Estado do Acre e noticiado na imprensa, em data de 10 de janeiro de 2017, não há qualquer tipo de morosidade na análise dos pedidos de transferência dos presos e muito menos que a solicitação tenha sido feita há cinco meses. Muito pelo contrário, celeridade é a marca do trabalho judicial à frente desta unidade prisional e todos os atos processuais foram praticados pela Corregedoria Judicial no prazo máximo de 48 horas, contados da data de recebimento das solicitações.