Jornalista no eixo Brasília-Rio de Janeiro.

Pressão no Senado

Saiu hoje (11) no site Antagonista: “Álvaro Dias, autor da PEC do fim do foro privilegiado, afirmou a O Antagonista que somente a pressão popular sobre o Senado evitará que a matéria caia no limbo. O senador recomendou que a população faça “um apelo maior” a Eunício Oliveira.”

Uber causa divórcio

Um marido francês infiel processou a empresa Uber, acusando-a de ser responsável por seu divórcio por causa de uma falha informática que revelou à sua mulher seus trajetos. “Meu cliente foi vítima de um bug no aplicativo. Há a opção de desconectar-se, mas em seu caso não funcionou e isso o prejudicou em sua vida privada”, explicou à AFP o advogado de defesa David-André Darmon, que acionou o tribunal de Grasse, na França.

‘Não existe déficit’

Em um debate sobre a Reforma da Previdência Social, promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, em Sergipe, Henri Clay Andrade, defendeu o posicionamento da entidade sergipana contra a Reforma da Previdência Social e a Reforma Trabalhista, apresentadas pelo Governo Federal.

Beira o escárnio

Do advogado Nicola Manna Piraino: “Muitíssimo preocupante a grave crise que o país atravessa, à beira de uma convulsão social no Espírito Santo, e o caos quase total no Rio de Janeiro, pelos desdobramentos dos governos Cabral e Pesão, banhados pelas notícias de corrupção e falência das instituições estaduais.

Tática velha

Do jornalista Cid Benjamin em sua página no Facebook: Essa história de os militares empurrarem suas mulheres para alinha de frente é antiga. Em meados de 1973, durante o governo Allende, o comandante do Exército chileno, general Prats, era o principal empecilho ao golpe militar. Os oficiais golpistas organizaram, então, dezenas de manifestações de suas mulheres batendo panelas diante da residência de Prats.

Peritos criminais

A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais recebe com entusiasmo a notícia de que o deputado federal Rodrigo Pacheco (PMDB-MG) está entre os potenciais candidatos a assumir a pasta do Ministério da Justiça e Segurança Pública, após a indicação do atual ministro, Alexandre de Moraes, para o Supremo Tribunal Federal. Como advogado criminalista, Pacheco foi…

Quase 71 anos sem jogos

A proibição dos jogos de azar no Brasil foi estabelecida por força do decreto-lei 9 215, de 30 de abril de 1946, assinado pelo então presidente da República Eurico Gaspar Dutra sob o argumento de que o jogo é degradante para o ser humano. Muitos destacam, no entanto, a forte influência que a esposa de Dutra, Carmela Teles Leite Dutra, teria exercido na proibição, motivada por sua forte devoção à igreja católica.

Jogos de azar

Avança no Congresso Nacional o debate para liberar a volta de cassinos, bingos e apostas pela Internet no Brasil. Proibidos desde 1946, pelo então presidente da República Eurico Gaspar Dutra, a regulamentação dos chamados “jogos de azar” trariam uma receita de até R$ 30 bilhões anuais aos cofres públicos brasileiros. Na época, os jogos empregavam 40 mil pessoas no país, o que representava 0,1% dos habitantes. Com o aumento da população, a expectativa é de que a medida possa gerar 200 mil empregos. De acordo com o Instituto Jogo Legal, os jogos de azar movimentam aproximadamente R$ 18,9 bilhões no país por ano. O valor, segundo a entidade, é 56,2% maior do que o contabilizado com apostas legais – cerca de R$ 12,1 bilhões, somando a renda obtida pela Caixa Econômica Federal e pelas loterias estaduais.